Muita força para pouco dinheiro?

29.5.15

Sente-se cansado, triste, isolado e fraco? Então é possível que sofra do síndroma PS-PSD, uma doença crónica que causa fadiga extrema, mais horas de trabalho, menos horas de lazer e violentas reduções salariais.

Se sente algum destes sintomas, é possível que viva cada vez pior e sofra alucinações em que o governo lhe diz que tudo está melhor. Outros sintomas comuns incluem perdões fiscais à banca, benesses para os grandes grupos económicos e sensações de impotência política.

Em qualquer um destes casos, é extremamente importante que pare imediatamente de votar PS e PSD, com ou sem CDS-PP. Existe cura para a exploração e para o empobrecimento e a luta dos trabalhadores portugueses é o tratamento indicado para governos que apenas servem os interesses dos mais ricos.

O tratamento inclui a renegociação da dívida, o aumento da carga fiscal sobre os mais ricos, a nacionalização a banca e dos sectores-chave da economia, bem como a reposição de todos os direitos roubados. Caso considere que não há nada a fazer, que isto é mesmo assim, ou que os partidos são todos a mesma merda, é possível que tenha desenvolvido preconceitos rotativistas e esteja viciado em PS-PSD, pelo deverá consultar urgentemente os militantes da CDU, que lhe poderão explicar as alternativas para além da alternância. Não se deixe vencer pelo síndrome PS-PSD.

PS, PSD e CDS-PP têm os 1% mais ricos do lado deles, os outros 99% têm a CDU: dia 6, todos à marcha.

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  1. Anónimo1/6/15

    Por enquanto, são eles que detêm a força dos números, devido às campanhas pagas pelo grande capital financeiro.

    Os cadernos eleitorais continuam na mesma, assim como as chapeladas eleitorais em muitas secções de voto (principalmente no norte do país), onde votos na CDU são eliminados por certos representantes de mesas. Será isto democracia? Para os representantes dessas mesas, a CDU é uma espécie de «obra do diabo». Portanto, toca a falsificar os papéis e pôr mais um gatafunho no boletim, para ficar eliminado e não contar como voto.

    No entanto, o nosso número de votos mantém-se, entre os 300 mil e os 500 mil que julgo ser suficiente, para daqui a alguns anos crescer e passarmos à frente do PS.

    O segredo para tanta resistência, continua a ser a boa organização, o combate e a certeza e razão nas palavras usadas, ou seja, a democracia e a política pura (não corrupta).

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