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Da Telesur às ruas: A revolução será transmitida?

terça-feira, 7 de julho de 2015

Caracas, Bairro 23 de Enero, bastião da revolução bolivariana
No passado mês de Fevereiro, o governo bolivariano da Venezuela denunciou um plano golpista. Na denuncia, o mandatário, Nicolás Maduro, revelou à imprensa os detalhes desta estratégia elaborada pelos “sectores mais fascistas da oposição, vinculados ao imperialismo norte-americano”. O presidente afirmou que queriam bombardear o palácio presidencial de Miraflores, o Ministério da Defesa e a Telesur.

Davide Angelilli
Bruno Carvalho

Informar para transformar.

A Telesur é uma ferramenta mediática que se define como “um canal multimédia de comunicação latino-americana de vocação social orientada para a liderança e a promoção dos processos de união dos povos do SUL. Um espaço e uma voz para a construção de uma nova ordem comunicativa que procure dar um espaço aos que não são ouvidos pelas grandes cadeiras de noticias”.

Somente um antes da criação da Telesur é que o governo da Venezuela e da República de Cuba haviam formalizado a criação da Aliança Bolivariana para os povos da Nossa América: a ALBA, que hoje em dia reúne doze países membros na região latino-americana e caribenha e a três países observadores. Os governos da ALBA – especialmente, a Bolívia, o Equador e a Nicarágua, para além dos que a fundaram – partilham a vontade de alcançar a soberania através da integração regional na América Latina.

Alguém devia explicar ao Vhils que a pintura mural não precisa de autorização

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Já sei que não serei muito popular nesta minha opinião, mas quem anda aqui há muito tempo nestas coisas da pintura mural às vezes irrita-se.

É verdade. A pintura mural não é só o graffiti ou o tag. É, essencialmente, no panorama das paredes portuguesas, uma tomada de posição. Social, política, artística, o que quiserem. E nasce como tradição política. Ao povo era imposta a mudez, escrevia-se o pensamento nas paredes das cidades, vilas e aldeias.