Sanções à Venezuela: Cronologia de uma morte lenta

Ricardo M Santos 30.1.19

Sauditas e Wahhabitas – Mil e uma noites de hipocrisia e terror*

António Santos 5.2.15
Os estado-unidenses têm uma forma curiosa de lidar com a morte. No velório, em vez do pranto e das assoadelas, escuta-se o álbum favorito do falecido e contam-se anedotas sobre a sua vida. E o cemitério, que dificilmente um português escolheria para um agradável piquenique, é, para o americano, apenas um relvado: sem cruzes tétricas nem largos lutos, nem nada de lúgubre até onde a vista alcança. E no entanto, nem os mais pronunciados matizes da cultura, nem os sempre complexos rendilhados da língua, explicam o singular critério de Barack Obama para a morte de outros chefes-de-estado.

"I Have a Drone"

Manifesto 74 23.1.15
* Autoria de Bruno Cecílio e Pedro Rufino