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Veneno de Ferrão

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

O eurodeputado e candidato à Câmara Municipal de Lisboa, João Ferreira, desafiou a SIC e o seu sub-director, Bernardo Ferrão, a encontrar nos arquivos um pedido de demissão de um ministro por parte do PCP. Foi depois do tom de gozo usado pelo jornalista, no Jornal da Noite da SIC, num comentário ao caso Centeno, ladeado pelo sempre informado, imparcial e isento José Gomes Ferreira, em que afirmava que, noutra altura qualquer, "o PCP já estaria a pedir a demissão do ministro". A resposta ao desafio de João Ferreira surgiu em forma de vídeo, onde são apontados casos em que o PCP pede não a demissão de um ministro, mas sim de um governo; ou de ministros que integraram governos cuja demissão era exigida pelo PCP.

Ora, se tal confusão seria, talvez, tolerável perante alguém que não possui todas as informações, mais ou menos como os profissionais das caixas de comentários do Facebook, não me parece que o seja quando consideramos alguém com a responsabilidade de Bernardo Ferrão. Ou talvez se explique devido ao sub-acompanhamento das iniciativas do PCP por parte da SIC, fazendo com que não esteja bem por dentro do que é a postura do PCP. Hoje mesmo, quando se discutia a contratação colectiva no parlamento, pudemos ouvir em directo, na SIC Notícias, uma curta passagem de uma intervenção do ministro Vieira da Silva. Mas também, quem quer saber a posição do partido que promove o debate?

Europeias: ou vai ou racha

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

A CDU apresentou ontem o cabeça de lista para as eleições europeias. O João Ferreira, já deputado europeu neste último mandato, tem todas as condições para continuar a mostrar porque é daqueles que faz mesmo falta ao projecto democrático e progressista que a CDU tem vindo a construir ao longo de anos, quer no plano interno, quer no plano externo. O trabalho dos deputados e deputadas da CDU que passam pelo Parlamento Europeu, é não só elogiado pelos seus pares, como merece o nosso maior respeito pelas difíceis condições em que se desenrola.

As europeias são cada vez mais decisivas para o nosso futuro como pequeno grão de uma engrenagem continental bastante engasgada. O ataque liberal aos direitos dos trabalhadores e aos rendimentos do trabalho continuam sem dar tréguas, é fundamental que o Partido Popular Europeu perca a sua influência, de preferência com um reforço do GUE/NGL, que não sendo um grupo perfeito, longe disso, é o único que pode forçar uma alteração visível de políticas na União Europeia. Do grupo dos socialistas, já nada se espera, principalmente depois do seu último príncipe, François Hollande, ter espatifado todas as suas promessas eleitorais, como habitual naquela família política.