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Medina e o amarelo da Carris

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Carta Aberta ao Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Dr. Fernando Medina.

Caro Fernando,
Ouvi-o dizer há alguns meses que o conceito de "turistas a mais não existe. Não tem sentido". Em plena época de recreio gostava de o incitar a fazer um teste: viver durante uma semana na cidade cujos destinos tem gerido apenas com o passe nas mãos, o mais básico, mantemos o teste dentro da primeira coroa da cidade.

O que sugiro é que vá viver para um local da cidade de Lisboa e que, todos os dias, imagine que trabalhe num sítio diferente. Nesta sua semana sugiro então um conjunto de tarefas:

Lisboíte aguda

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

"Vê-se que não é de Lisboa". Podia ser um comentário de café. Podia ser uma boca parva que se ouve na rua. Podia ser uma afirmação sobranceira de um lisboeta a propósito daquilo a que alguns gostam de chamar província. Mas não. Foi mesmo o argumento político do Vereador Duarte Cordeiro enquanto interrompia fervorosamente a intervenção do PCP na Assembleia Municipal de Lisboa no debate anual sobre o Estado da Cidade de Lisboa.

Carta aberta ao Presidente da Câmara Municipal de Lisboa

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Exmo. Sr. Presidente
Fernando Medina

Tal como o Sr. Presidente, não nasci em Lisboa mas tive que vir para cá trabalhar e viver, foi onde encontrei trabalho relativamente melhor remunerado. Quando cheguei a Lisboa, há cerca de 11 anos, pagava 125 euros de renda, num quarto onde dividia a casa com mais 4 pessoas. Depois passei a pagar 240, mas dividia apenas com mais uma e assim fiquei. Vivi sempre em bairros típicos da cidade - Campo de Santana, Madragoa, Graça, Anjos - sempre a mudar de casa porque de 2 em 2 anos as rendas subiam e o salário descia.