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Marielle, Rosa, Catarina, Iñez, Alice

segunda-feira, 19 de março de 2018

A lista é infindável. As mulheres executadas porque defendem ideais que combatem a ordem vigente, rompem com o domínio do poder capitalista cujos instrumentos passam pela subjugação da mulher, da mulher negra, da mulher operária, da mulher reivindicativa, da mulher que luta contra um conceito de uma sociedade patriarcal que as quer silenciadas e no lar.

Voto nela porque é mulher

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Este post é feito propositadamente após as eleições por não ser dirigido especificamente a qualquer das candidatas, mas antes a quem decidiu o seu voto em função do sexo do candidato. Ouvi várias vezes (mais frequentemente em relação a Maria de Belém) «voto nela porque é mulher» ou «vou votar nela porque é mulher». Afirmação que de imediato me eriça a pele.

O facto de ser mulher determina em quê o seu projecto político ou o programa presidencial?

Feminismos, oportunismos e a vergonha

quinta-feira, 23 de julho de 2015

«A UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta congratula-se com a eleição da jurista Assunção Esteves para Presidente da Assembleia da República.

Este acontecimento tem um particular significado político histórico, não só porque se trata da segunda figura do Estado, como também pelo facto de Assunção Esteves ter sido eleita, no ano do centenário do voto pioneiro de Carolina Beatriz Ângelo, a primeira mulher a votar em Portugal e na Europa, com excepção dos países nórdicos.

Assunção Esteves representa, assim, a longa caminhada das mulheres para a Igualdade, que tem sido feita de avanços e recuos. De destacar, no seu discurso desta tarde, na Assembleia da República, ter partilhado e dedicado a alegria que estava a sentir às outras mulheres, “às políticas e às mulheres anónimas e oprimidas”. Foram decerto estes valores e o seu pensamento livre, que a colocou do lado das mulheres que lutaram pelo direito de interromper uma gravidez não desejada. E este é um facto que, como associação de mulheres feministas, não podemos esquecer!

Saudamos, pois, este seu pensamento livre, num momento crucial para o país, onde as mulheres vão ser as principais atingidas com as medidas de austeridade que vão ser impostas.

Saudamos Assunção Esteves, mulher inteligente e determinada, como segunda figura de Estado.

Saudamos a primeira Presidenta da Assembleia da República, convictas de que, com este cargo, vai contribuir para uma democracia mais inclusiva e para uma nova política.
Lisboa, 21 de Junho de 2011››