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Ser democrata em Portugal

quarta-feira, 15 de março de 2017

Um dos bloggers do blasfémias insinua que eu pareço um "segurança de discoteca", como se o aspecto físico de uma pessoa pudesse servir de argumento para coisa alguma. Sobre isso, duas coisas: i) já fui sim, com muito orgulho; ii) que dirás de Carlos Abreu Amorim?

Um outro senhor, que escreve no público, compara o fascismo com o comunismo. É assunto mais relevante que o meu aspecto físico e merece alguns comentários, atalhando a componente histórica que dita que este João Miguel Tavares não passa de um ignorante ou de um deliberado manipulador e revisionista da História.

A liberdade é uma maluca

quinta-feira, 9 de março de 2017

Confesso que gostava de ser tão cool e fresco que esta polémica com a Associação de Estudantes da FCSH e um grupo de fascistas me passasse ao lado. Que se resolvesse com um post no Facebook ou um tuíte a citar Voltaire - mesmo com uma frase que não é de Voltaire - e à sua defesa do direito de o outro poder manifestar a sua opinião, porque é assim em democracia. Há, no entanto, vários equívocos ao longo de todo este processo, que é só mais um na caminhada lenta mas que segue em passo certo para o branqueamento do que foi o salazarismo, à semelhança do que sucedeu no que respeita ao nazismo e ao fascismo.

Alerta! Alerta antifascista. Não passarão.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Em Março deste ano, por altura de um jogo da "Liga dos Campeões" entre o Atlético madrileno e os holandeses do PSV, foram divulgadas imagens de adeptos holandeses que em pleno centro da capital espanhola atiravam moedas a um grupo de "mendigos" (que algumas fontes identificaram como refugiados). Semelhantes imagens repetiram-se hoje, em Lille, tendo adeptos ingleses como protagonistas e um grupo de crianças como vítimas. Em Lille, como aliás em Madrid, habitantes da cidade sentiram-se indignados e protestaram perante as gargalhadas, a indiferença e gozo alarve da mole embriagada pelo álcool e pela sensação de superioridade face a todos aqueles diferentes de si. O Euro2016 assume-se cada vez mais como a indesmentível montra da pobreza moral da Europa.

Lille foi de resto o palco de novos confrontos, que se somam a escaramuças e situações de maior gravidade ocorridas um pouco por todo o território gaulês. Na origem de todas elas estão, mais do que países ou nacionalidades, grupos fascistas organizados, compostos não raras vezes por criminosos bem treinados para espancar com a máxima brutalidade. França é hoje o parque de diversões de neonazis húngaros, ingleses, alemães, polacos, russos, albaneses, ucranianos, unionistas da parte ainda ocupada da Irlanda. O nazi-fascismo troglodita mostra nas cidades francesas as suas habilidades criminosas, demonstrando a sua capacidade para gerar terror, intimidação, violência gratuita e, noutros casos, direccionada.