«BEpolaridade» no espaço de 24h

domingo, 14 de outubro de 2018


PCP anuncia acordo com o governo para manuais escolares gratuitos, redução da factura energética, etc. 

Reacção do Bloco:



A manipulação da História pelo fascismo: Uma história antiga

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

A ascensão da extrema-direita, seja na sua vertente fascista ou neonazi, acontece um função de circunstâncias sociais e económicas específicas, que o capitalismo alimenta através das suas crises cíclicas. Assim, a História repete-se mesmo. Há 100 anos, mais coisa menos coisa, a Alemanha saía derrotada da I Guerra Mundial. Humilhada com o Tratado de Versalhes, nascia entre os militares e os defensores do Império Germânico uma vontade de vingança. Os aliados, que também aproveitaram para ganhar territórios à Rússia, então já com os sovietes no poder, estavam mais preocupados em conter a ameaça comunista, preferindo e simpatizando com os totalitarismos da extrema-direita que já existiam antes da II Grande Guerra, nomeadamente em Itália, em Espanha e Portugal, com a ditadura imposta em 1926.

Na Alemanha, cria-se o "Mito da Derrota". O general Ludendorff coloca a circular notícias falsas, boatos e mentiras, sem qualquer fundamento ou sustentação, atribuindo a culpa da derrota à falta de nacionalismo do povo alemão, à Revolução de Novembro - aos comunistas alemães, portanto - e a uma conspiração judaica internacional, numa falsificação consciente da História. As fake news de há 100 anos, estão a ver? Está então formado o caldo perfeito para o surgimento do nazismo: notícias falsas que culpam determinadas camadas da população por todos os males, a sua difusão acrítica também pela imprensa e uma crise profunda, política e económica, criada pelo absurdo que foi o Tratado de Versalhes e a insuficiência das teorias liberais de Wilson.

Sinhá Marquesa Varela, ídolo nacional e outras coisas que «estas gajas» são capazes

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Não é sobre a existência ou não de violação de que vou falar. Sobre provas, sobre o desfecho «provável», sobre o #metoo, sobre quem mente. É precisamente sobre o que esta situação demonstrou quanto à fragilidade de supostos movimentos feministas - altamente patrocinados pelo governo e pelos media - sobre a sua inconsistência atroz e sobre a instrumentalização dos direitos das mulheres como causa.

Uma antiga aliança

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

O que se passa no Brasil com Bolsonaro, nos EUA com Trump, na Hungria e Itália com governos e governantes fascistas, é tudo reflexo contemporâneo de uma aliança já antiga. Nada de novo. Fascismo e capital, capital e fascismo. Nenhum desses actores subiu ao estrelato sem patrocínio, sem alavancas financeiras colossais. Nenhum deles ganhou prestígio por via de brilhantes curriculums académicos, muito pelo contrário. Ora, acontece que fascismo, capitalismo, imperialismo não se combatem com contra-correntes do género "EleNão". Com essas e outras iniciativas, pode o fascismo bem.

Rebenta a bolha!

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Alerta, com raro alarde, o Governador do Banco de Portugal, para o risco de uma "euforia de crédito" no imobiliário. Respondem que "não" os banqueiros, e tranquilizam os portugueses com a fala mansa que já lhes conhecemos e que há muito nos sai demasiado cara.

MOBILIZAÇÃO NACIONAL DE LUTA CONTRA O RACISMO - 15 de Setembro

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

«Os vários casos de racismo que têm sido discutidos na praça pública são só a ponta do icebergue daquilo que as nossas comunidades sofrem no seu dia-a-dia, sem que se faça justiça. Precisamos de sair à rua, juntos/as, para combater o racismo, manifestarmos o nosso repúdio e a nossa solidariedade para com as vítimas de discriminação racial. Por isso, chamamos todos/as à Mobilização Nacional de Luta Contra o Racismo, no dia 15 de Setembro, sábado, às 15 horas em Braga (Av. Central/Chafariz), Lisboa (Rossio) e Porto (Praça da República).